Paraty

Paraty (ou Parati) é uma Cidade no litoral oeste do estado do Rio de Janeiro com arquitetura original , datada no século seguinte ao  descobrimento do Brasil, preservada, além de estrada de acesso de belíssima paisagem, margeando a costa do Atlântico e de belezas naturais realmente espetaculares.

000Com exuberante natureza em seu entorno, incluindo rios, cachoeiras e mata Atlântica preservada, a Cidade é ainda é um centro cultural que reúne arte de cultura do País e do mundo, pontualmente todos os anos, destacando a FLIP  anual – Festas da Literatura Internacional de Paraty – além da Mostra de Cinema Internacional e de fotografia, só para citar algumas das muitas expressões e movimentos de arte e cultura que florescem na Cidade.

Para quem gosta de lazer e passeios Adventure  Paraty também é a cidade certa: trilhas, passeios de barco, passeios de Jeep encantam e apaixonam os turistas que a visitam, a maioria com retorno certo, ante tanta cultura e beleza natural.
A gastronomia é outro ponto forte da região: com dezenas de restaurantes premiados, temos ainda a cultura da cana de açúcar nos brindando com cachaças de altíssima qualidade produzidas em fazendas na Cidade, além do derivado melado e outros produtos da fazenda, com qualidade que ultrapassa fronteiras, adquiridos por nativos e visitantes.

E ainda, para alicerçar o encanto de quem conhece Paraty, nossa terra conta muita história.


Passeios   Pontos Turísticos Eventos fixos


CLIQUE NOS TÓPICOS ABAIXO PARA SABER MAIS SOBRE PARATY:

 

SAIBA MAIS SOBRE PARATY

– Visitar as cachoeiras: imperdível para turistas de todas as idades;
– Visitar as seculares fazendas, dentre as quais, a monumental Murycana;
– Visitar os alambiques com degustação das cachaças artesanais produzidas;
– Passeios de Barco para conhecer as belíssimas praias e pequenas ilhas da região;
– Visitar o centro histórico, onde foi fundada a importante vila de nossa senhora dos remédio de Paraty de importância histórica no ciclo do ouro e do café;
– Conhecer os asterantos locais, muitos deles produzidos por índios, herdeiros dos Guaianás, os primeiros habitantes antes do descobrimento;
– Experimentar a nossa gastronomia e culinária de nível internacional.

Dentre outros tantos programas recomendados para quem tem a sorte e o privilégio de compartilhar conosco um pouquinho dessa cidade ímpar, chamada Paraty!


A cidade é cortada pela rodovia Rio-Santos BR-101, que é o principal meio de acesso ao resto do Estado do Rio de Janeiro e ao litoral norte de São Paulo.

Paraty teve participação expressiva dentro da História do Brasil.

Durante o período colonial brasileiro (que vai de 1530 a 1815), Paraty foi sede do mais importante porto exportador de ouro do País.
Como isso se deu?
Antes do ao Descobrimento do Brasil pelos europeus, a região da atual Paraty era habitada por indígenas Guaianás.
Ai vieram os portugueses, que rapidamente descobriram a trilha aberta pelos nativos (Trilha dos Goianás) ligando as praias de Paraty ao vale do Paraíba, para além da Serra do Mar.
Entretanto, o primeiro registro escrito sobre a região da atual Paraty data de 1557 ( logo apos o descobrimento) está no livro do mercenário alemão Hans Staden, “História verdadeira e descrição
de um país de selvagens…” (Marburgo, 1557), onde o escritor narra a sua estadia por quase um ano em aldeias Tupinambás, justamente nas regiões de Paraty e de Angra dos Reis.


A formação do povoado:

A primeira notícia que se tem do povoado em Paraty coincide com a passagem da expedição de Martim Correia de Sá, em 1597.
À época, ainda, a região pertencia a “Capitania de São Vicente”.
O núcleo de povoamento iniciou-se no atualmente denominado “Morro do Forte”, em cuja encosta se teve a primeira construção: a capela de São Roque, então padroeiro da povoação.
É importante frisar que a aldeia dos nativos Guaianás localizavam-se à beira-mar.
A povoação se deu mediante a doação de uma “sesmaria” para a instalação do povoado que já crescia, com as condições de que os indígenas locais não fossem molestados e de que fosse erigida uma nova capela, sob a invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Essa sesmaria corresponde justamente à região do atual Centro Histórico da cidade.
E assim Paraty dava seus primeiros passos como povoado.
Já em 1654 os moradores de Paraty se rebelavam insatisfeitos por não ter independência da sua vizinha Angra dos Reis: tal independência veio a ocorrer em 1660, quando o povoado de Paraty foi então alçado à categoria de Vila. Este ato de rebeldia dos moradores foi reconhecido por Afonso VI, de Portugal, que, por Carta Régia de 28 de Fevereiro um ano depois, ratificou o ato da independência, dando-lhe o nome de “Vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty”.


40 anos depois, a sorte sorriu para que Paraty prosperasse e tomasse ativamente parte da história:

Com a descoberta de ouro na região das Minas Gerais, em 1702, ficou decretado que as mercadorias ingressariam na Colônia pela cidade do Rio de Janeiro, utilizando o rumo de Paraty,
usando como caminho de acesso as Minas Gerais a antiga trilha indígena, agora pavimentada com pedras irregulares, que passou a ser conhecida por Caminho do Ouro.
Em 1710 o transporte de ouro passou a fazer outro percurso – o que muito desagradou e gerou revolta nos moradores de Paraty – ja que , com a abertura do chamado “Caminho Novo”, ligando
diretamente o Rio de Janeiro às Minas, o ouro mudou sua rota e diminuiu consideravelmente o fervente movimento na vila.

A partir do século XVII registra-se o incremento no cultivo de cana-de-açúcar e a produção de aguardente.
No século seguinte, o número de engenhos ascendia a 250, registrando-se, em 1820, mais de 150 destilarias em atividade.
A produção era tão elevada que a expressão “Parati” passou a ser sinônimo de cachaça, produção artesanal que perdura até aos nossos dias.


 

O século XIX e o ciclo do café:

Para burlar as regras de tráfico de escravos decretada pelo regente Padre Diogo Antônio Feijó, o desembarque de africanos passou a ser feito em Paraty.
Sendo assim mais uma vez as rotas dos Guaicás , por onde antes circulava o ouro, passa a ser importante para a realização do tráfico de escravos e para o escoamento da produção cafeeira do
vale do Paraíba, que então se iniciava.
Este reaquecimento levou o imperador Pedro II a elevar a vila de Paraty à cidade.
Mais tarde, com a chegada da ferrovia a Barra do Piraí (1864) a produção passou a ser escoada pela ferrovia, condenando Paraty novamente a um destino menos dinâmico que seu áureo passado,
mas ainda assim repleto de História!

 


O nome “Paraty”  vem do termo tupi homônimo que significa “peixe branco” (referindo-se a uma espécie de tainha, a Mugil curema, que abunda na região[8]). Ao longo dos anos, a grafia teria mudado de Pira’ty para Paraty e, finalmente, Parati.
Uma hipótese alternativa para a origem do topônimo, no entanto, aponta para as palavras tupis pirá (“peixe”) e ty (“água”). Segundo essa hipótese, “Parati” significaria, então, “água de peixe”[9].

O termo “parati” também designa um tipo de cachaça da região.

Paraty Abriga tanto o ponto mais meridional quanto o ponto mais ocidental do estado Em 1667, teve sua emancipação política decretada pelo rei de Portugal, tornando-se uma vila independente de Angra dos Reis.

Junto ao oceano, entre dois rios, Parati está a uma altitude média de apenas cinco metros.

O município tem aproximadamente 930,7 km² e uma população de cerca de apenas 33 mil habitantes (densidade demográfica: 35,6 h/km²).

Por estar localizada quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das marés.
Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela maré alta, o que lhe valeu o título de a “Veneza brasileira”.

Fonte da Pesquisa: WikiPédia.


CLIQUE PARA AMPLIAR E VER DETALHES:

 

Solicite uma cotação de reservas aqui.

* indicador de campo necessário